Por Jair Cotrim Rizério
A Nação brasileira, as pessoas
de vergonha não o negam, sente ainda trepidarem sobre os alicerces do seu
templo sagrado as organizações criminosas, com sua audácia nunca antes
imaginada. Privatizaram o Erário e o assaltam dia e noite sem parar, no varejo
e no atacado! Não querem o bem do povo, só querem os bens do povo! Não
acreditam em Jesus, não O querem seguir ou imitar, ignoram a lei dos livros e
mais ainda o Livro da Lei: “Nada há de oculto que não seja revelado, e nada há
de secreto que não se venha a saber”; “Até os cabelos de vossa cabeça estão
todos contados” (Mt 10, 29 – 30). Aos
buliçosos do Erário, mais a certeza de que não há acaso: “Nenhum passarinho cai
ao chão sem permissão do Pai” (Mt 10,29). Exemplo da bendita operação
Lava-Jato, inicialmente armado o anzol para pegar piranhas predadoras,
deparando-se após com cardumes vorazes, arpões foram lançados à água e arpoados
tubarões sem parar!... Água salgada, era um braço de mar, hábitat de tubarões
azuis e não um simples córrego de água doce!... Recusaram-se a seguir Jesus,
seus ensinamentos, e agora choram a descompensação do crime, com sua história
triste! Meu Pai, o pedido de sempre – que não me deixeis praticar injustiça,
mesmo contra os piores inimigos. Os algozes que, frente a frente comigo,
tiveram os seus gatilhos assassinos travados pelas mãos de Deus! A morte
temporal não me intimida. Lutarei sem parar contra as injustiças, os genocidas
transversais ou por via oblíqua, que matam milhões de irmãos pelos roubos dos
recursos públicos destinados à saúde, saneamento básico, educação, moradia,
segurança, emprego e transporte.
PUBLICADO NA COLUNA ESPAÇO DO LEITOR, DO JORNAL A TARDE, EM 14/04/2018
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