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SENADORES E DEPUTADOS E SEUS MANDATOS, ATÉ QUANDO?


Por Ricardo Silva São Pedro 
Há alguns meses atrás escrevi um artigo neste blog sobre a condição criada em nosso país de fazer da política profissão. Nesta perspectiva,  não podemos esquecer que estamos em ano de eleição e que muitos senadores e deputados eleitos, exercendo mandatos legislativos, têm alguma culpa no cartório, mas cinicamente têm candidaturas lançadas para mais quatro ou oito anos ocuparem cadeiras nas casas legislativas de Brasília.
Números apontam que mais da metade do senado e um em cada três deputados federais são acusados/suspeitos de terem cometido algum crime.
Estes são dados alarmantes e que devem  ser observados com muita responsabilidade por cada um dos cidadãos brasileiros que irão exercer o seu direito de eleitor em outubro deste ano.
Sei que a Internet não é alcançada por todos, que uma grande maioria, que ainda vive na ignorância imposta pela realidade desigual existente em nossa sociedade, não terá nem a possibilidade de refletir sobre o que está aqui exposto, mas, de qualquer forma, sinto-me na obrigação de chamar cada um dos cidadãos  que tem o mínimo de consciência,  que tem a possibilidade de pensar sobre a situação política que vive o nosso país, desde a redemocratização, talvez desde o  seu "descobrimento", a ser instrumento de mudança e de multiplicação desta realidade, tudo no intuito de termos brasileiros melhores para o nosso Brasil no futuro.
Não vamos deixar o nosso país terminar de ser destruído,  dilapidado por essa minoria sórdida que vive nos corredores do nosso congresso nacional, que pensam que são, mas na verdade, estão senadores e deputados, muitos com muitos mandatos exercidos e sem nsda fazer de realmente efetivo por nossa nação.
Vivemos numa democracia e o voto é nossa grande arma. O Brasil precisa de.um início de mudança já. O Brasil precisa de todos os brasileiros. Não vamos encher o nosso senado e nossa câmara dos deputados de mais do mesmo.  Pensem  nisso.

Comentários

  1. paulo.figueiredo52@gmail.com13 de junho de 2018 às 17:53

    De fato há uma campanha aberta pelo voto nulo,branco ou abstenção. As eleições recentes em alguns municípios registraram algo em torno de 45% no somatório das três situações. É a morte da democracia.

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    Respostas
    1. Se soubessem que anular voto só favorece aqueles que continuam a mandar no país, não fariam isso. Temos que começar um movimento pelo voto consciente e não voto nulo e branco.

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  2. Precisamos votar naqueles que, comprovadamente, não tenham rabo preso com negociatas. É difícil, mas precisamos identificá-los. Sugiro que passemos nossos possíveis candidatos no crivo do observatório da internet!

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