Por Jair Cotrim Rizério
Vivemos um mundo de insensibilidades, de incompreensões! De disputas e
egoísmo, e mesmo sadismo, nos esquecendo da Verdade expressa no Livro Sagrado:
“Não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo colheremos, se não
relaxarmos” (Gl 6,9). Ensinamento para muita reflexão dos irmãos. E o talentoso
Santo Antônio, com o seu cultismo, vaticinou: “A caridade é a alma da fé. Se
perdida, a fé morre”. O bem, seguramente, ainda se traduz pela palavra de fé,
confiança e esperança, manifestada ao próximo nas horas de desencanto,
incertezas e tribulações. E o nosso Brasil ora passa por tanta desventura de
quase duas décadas, mergulhado no pântano e na enxurrada da delinquência moral,
afogado na tristeza de sua decomposição! Saímos dos tempos das asneiradas, em
que se “estocavam ventos” e se “homenageava a mandioca”, e se adquiriam sucatas
de refinaria!... E entramos em novo
tempo de pouca diferença, de improvisação gestora, de perdidos como cego em
tiroteio, e em simples equações aritméticas com o vaivém interminável de
valores de fretes dos caminhoneiros. Greve que deixou sequelas trágicas e que,
por mais válida que fosse, não justificaria tanta angústia para a população,
sobrando o ressentimento com os manifestantes. Par completar o calvário, vêm os
magnatas das transportadoras com o seu malsinado locaute: “coligação de patrões que, em resposta à ameaça de
greve de seus operários, fecham as oficinas ou empresas e não admitem nenhum
trabalhador enquanto não cheguem à solução da questão em debate” (Dic.
Michaelis). Locaute que nocauteou a Nação! Que pensemos no bem de todos.
Palavra escrita 104 vezes nas Escrituras!
PUBLICADO NA COLUNA ESPAÇO DO LEITOR, DO JORNAL A TARDE, EM 27/06/2018
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