Por Alderico Sena
Os idosos estão sendo convocados para defenderem o Brasil.
Afinal uma sociedade é composta de filhos, netos e de gerações que virão. Conscientizar
a família quanto ao processo político que ocorrerá no dia 07 de outubro, é de fundamental
importância para a mudança da qualidade dos futuros parlamentares e gestores
que conduzirão os destinos da Nação. Nem todos os políticos são iguais. A sociedade
precisa de homens de bons costumes para gerir os objetivos dos três poderes da
República Federativa do Brasil, obedecendo aos princípios da legalidade,
impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. O futuro Presidente da
República, Senado e Câmara Federal precisam desenvolver políticas púbicas que
visem reconhecer direitos e a DIGNIDADE
dos idosos, conforme estabelece o Artigo 230 da Constituição, Leis 8.842/94 e
10.741/2003 “A família, a sociedade e o Estado têm o dever de amparar as
pessoas idosas, assegurando sua participação na comunidade, defendendo sua
dignidade e bem-estar e garantindo-lhes o direito à vida”. Propomos os Projetos: Criação
da Secretaria Nacional de Proteção e amparo à Pessoa idosa; Hospital específico
para o Idoso nos 26 Estados da Federação e Distrito Federal, acoplado de
Farmácia com distribuição de medicamentos gratuitos; Devolução das
contribuições previdenciárias recolhidas pelo aposentado em atividade
profissional, quando deixar em definitivo o mercado de trabalho; Isentar
desconto de Imposto de Renda sob o benefício do aposentado, por ser uma
bitributação, tendo em vista que benefício não é remuneração; Proibir
publicidade na mídia de Instituição Financeira que visa estimular pessoa idosa,
solicitar empréstimos, o que tem provocado sérias violências ao idoso no Brasil. Senhores governantes e
parlamentares envelhecer é um triunfo,
mas para gozar da velhice é preciso dispor de políticas publicas adequada que
possam garantir um mínimo de condições de qualidade de vida com dignidade aos
cidadãos que contribuíram para o desenvolvimento do Brasil.
PUBLICADO NA COLUNA ESPAÇO DO LEITOR, DO JORNAL A TARDE, EM 23/02/2018
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