Por Jair Cotrim Rizério
A juventude da
esperança tem, com urgência, de mobilizar-se, de mostrar a sua força, não
deixando o Brasil naufragar-se na enchente de lama que o cerca por todos os
lados. Ladroísmo avassalador, no varejo e no atacado. Este idoso, em seus
tumultuados 85 anos de idade, enxerga, com nitidez, um cenário de
pré-vulcanismo social, agravado pelo ensimesmamento de grande parte da classe
política. Desfecho que vem sendo contido, em parte, pela ação patriótica e
insubjugável da Lava Jato, com destaque para os destemidos e austeros juízes
Sérgio Fernando Moro e Marcelo Bretas, sem esquecer a aplaudida “Força-Tarefa”
do MPF, com sua linha dura e a valorosa PF, de reconhecida probidade. Apesar de
forças deletérias, em confronto acintoso, ostensivo, arquitetarem o triunfo do
mal, meretriciando o caminho do bem! Prostituição política subvencionada,
escancarando o império da impunidade, arautos do absentismo!... Elejamos
pessoas decentes, fichas limpas, e alijemos do cenário político os fichas
sujas, os descentes e ostensores de memoráveis prontuários policiais. Brava e
patriótica juventude da esperança: não seja protagonista da figura sinistra e
mórbida da geração do medo, nem do desalento que, invadindo a alma do povo, lhe
imponha uma dinâmica de vida extremamente negativista! Os tíbios, os covardes,
dentre inúmeros pecadores, “terão como quinhão o tanque ardente de fogo e
enxofre, a segunda morte” (Ap 21,8). Amados jovens, não afrontemos os céus,
sejamos decentes, e nunca descentes!
PUBLICADO NA COLUNA ESPAÇO DO LEITOR, DO JORNAL A TARDE, EM 23/07/2018
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