Por Jair Cotrim Rizério
Que o Pai, a exemplo do episódio da Estrada de
Damasco, mande urgente o Espírito Santo à Estrada de Brasília, para conversão
de tanto sócio dos recursos públicos - autênticos genocidas por via oblíqua!
1,5 milhão de crianças morrem anualmente por falta de saneamento básico; 8 milhões
de irmãos vivem em áreas de risco; mais de 13 milhões de desempregados;
ferrovias e hidrovias a caminho da sucata; irmãos morrendo no relento das filas
do SUS; e os pneus e óleo diesel ditando o destino da Nação, refém deles! E os
mãos de seda chapas-brancas, nas penumbras dos bordéis, como exímios
eletricistas, tramam a transferência do seu lampião da luz vermelha para a
portaria da patriótica Lava Jato! Fechemos as ruas para abrir os cofres e
romper os “bunkers” onde jaz o dinheiro roubado dos geradores da riqueza do
país, através do consumo de bens e serviços encharcados de tributos.
Consumidores, pagãos que pagam tudo e têm o mínimo retorno de benefícios. A
ciência, educação e cultura, inspiradoras de oportuno manifesto da Academia de
Ciências da Bahia, são atributos transcendentais e decisivos, “fundamentos
essenciais à produção e acumulação do conhecimento necessário ao
desenvolvimento integral das nações”, afirma o documento. E “denuncia o
desamparo a que estas áreas vêm sendo submetidas, por meio de cortes sucessivos
nos orçamentos respectivos” (A TARDE, 1º/7/2018). Manifestação que expressa a
vontade e a inspiração do Alto, na defesa da ciência e da educação, escritas no
Livro da Lei: “Ai de vós, mestres da lei, que retendes a chave da porta da ciência!
Vós mesmos não entrastes e impedistes os que queriam entrar!” (Lc 11,52). “Toda
Escritura inspirada por Deus é útil para ensinar, convencer, corrigir e educar
na Justiça” (2Tm 3, 16).
PUBLICADO NA COLUNA ESPAÇO DO LEITOR, DO JORNAL A TARDE, EM 10/07/2018
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