Por Fernando G. Habib
É forçado reconhecermos, nunca estivemos tão próximos do caos tanto quanto agora. E, como sinônimos de caos, podemos adjetivar a nossa presente situação política tal qual como sendo anárquica, desordenada, eivada de obscuridades, pandemônica ou, até mesmo, uma autêntica barafunda. Qualquer um desses qualificativos adéqua-se, sob medida, enquadrando-se como uma luva.
Uma substancial parcela das atuais circunstâncias respondem, de um lado, o nosso nefasto, comprometido e amplamente desacreditado Judiciário, arbitrário de acordo com as escusas conveniências e, do outro, a responsabilidade cabe ao nocivo e por demais abjeto Legislativo, representado por uma plêiade de políticos, de reconhecidamente mau caráter, destituídos sequer de um mínimo de pudor, decoro parlamentar, ou mesmo do minimamente exigível espírito pátrio de brasilidade, resultante da desenfreada e incontida corrupção e da desavergonhada apátrida subversão.
Não obstante, imperam, disseminadas, onde quer que se vá e em todas as camadas sociais, a intolerância, a incomplacência, tal como o sectarismo, radicalizados generalizadamente à mancheia…
Pobre Brasil, onde há quem ainda creia que “pior não pode ficar”. Para estes ingênuos e inocentes ufanistas, dentro em pouco haverá o reconhecimento do nosso iníquo destino: uma segunda Venezuela na América do Sul, implantada pelo ignominioso e repulsivo bolivarianismo, a ser intentado pela esquerda, objetivando-se uma obstinada canalha e repulsiva perpetuação do poder.
Não havendo, ainda em tempo hábil, uma contundente e efetiva reação em sentido contrário, esse é o infeliz destino que nos aguarda. Quem viver, verá…
PUBLICADO NA COLUNA ESPAÇO DO LEITOR, DO JORNAL A TARDE, EM 19/09/2018
Comentários
Postar um comentário