Por Mariana Dias Knapp
Há poucos dias das eleições, começamos a ter vários pensamentos e
questionamentos que convergem para a única pergunta comum a todos eleitores: o
que será daqui para frente se o candidato x, y ou z ganhar? Qual será o futuro
do nosso país?
Essa pergunta, que guarda dentro de si tantas outras mais, nós mesmos
podemos responder, já que NÓS é quem os escolheremos; nós, com todas as
experiências vividas, boas ou ruins ao longo das últimas décadas, é que
deveremos ter o claro discernimento de fazer uma boa escolha; ou, pelo menos, a
que seja menos pior, se assim podemos considerar. Nós, o povo que tanto sofre
na atualidade e almeja um futuro melhor para nós mesmos e nossos filhos,
devemos ter coerência nas nossas escolhas; devemos avaliar racionalmente todo o
contexto de vida política dos candidatos; a concisão dos programas de governo,
não apenas nos atendo às suposições de irregularidades ou denúncias sem efetiva
comprovação disparadas de um para o outro candidato, como estratégia de
desmerecimento e desqualificação do concorrente, na maioria das vezes. Há de se
ter bom senso nas análises para avaliar o que é ou não é verdadeiro.
Devemos ter um olhar mais crítico; sério; realista de forma que nos
embasemos na decisão do candidato em suas propostas: se são concretas, morais,
possíveis, fundamentadas em análises técnicas e não apenas em um discurso
"jogado ao vento" para "ver se cola", mas que não se
comprova.
O período de análise é delicado e a ansiedade é normal, natural nessa
fase; porém, é mais tensa tendo em vista a total responsabilidade de cada
cidadão "no apertar de suas teclas". Temos que levar em consideração
que uma decisão mal tomada, não prejudicará apenas um, mas milhões de
brasileiros. Vamos analisar a história, as ocorrências, os resultados das ações
dos últimos governantes e nos questionemos: queremos a continuidade de um
Brasil como se apresenta hoje?
Devemos estar seguros das nossas convicções e ideologias políticas que,
fazendo jus à uma democracia verdadeira, não deve contemplar ações e benefícios
apenas para uma parte, mas exatamente para todo o conjunto da obra.
PUBLICADO NA COLUNA ESPAÇO DO LEITOR, DO JORNAL A TARDE, EM 06/10/2018
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